Reflexão 1 : Marta Assunção
Eis-me aqui!
De cada canto vêm coisas boas e menos boas e que me exigem que seja EU. Mas como posso ser eu, se tanto influencia ou contribui para que seja outra pessoa que não EU?
Sou tocada, empurrada ou mesmo esmagada por tudo o que está à minha volta. Fico ferida, mutilada, quase não sobrou nada de mim.
Mas, lá de um sítio onde ninguém pensava que existia algo, veio algo que me levantou, enxugou-me as lágrimas, curou as minhas feridas e me embalou num sono que me fez renascer para uma nova vida, na vida em que eu posso ser EU!
Reflexão 2 : Ana Andrade
Nem tudo aquilo que pensamos ver, é o que na realidade é.
A vida de uma pessoa, seja ela um verdadeiro guerreiro, um simples discípulo, um verdadeiro mestre ou apenas um ser humano que vive no meio e consoante os outros indivíduos do nosso envolvente, é rodeada de quatro paredes: uma delas é a descoberta; a outra, a alegria de viver; a outra, a conquista e a luta pelo futuro e felicidade e, por fim, a parede da esperança do infinito.
Todas estas paredes desvendam uma porta do caminho e das caminhadas da vida de qualquer pessoa. Agora pergunto: “ Podemos escolhê-las e abri-las todas ao mesmo tempo? Será que estas portas se abrem e fecham quantas vezes quisermos?”
Pois, este é o dilema do dia-a-dia de todos nós.
A chave para cada uma delas é a vontade interior que cada ser humano tem dentro de si.
Reflexão 3 : Joana
Na imagem, o ponto existente representa o centro do quadrado.
Num sentido literal, não se vislumbra nada mais do que um ponto num meio de um quadrado que, de resto, está vazio.
Num sentido já mais figurativo, podemos conseguir ver, quer uma pessoa sozinha no meio de uma grande praça, possivelmente perdida; quer o quadrado como um pano que, agarrado pelo ponto sinalizado se desfaz desta sua forma e deixa de assumir a imagem que vemos agora e que nos leva a questionar o seu significado.
Tudo depende da nossa imaginação…

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